Sobre Forever the Sickest Kids em São Paulo e bandas coloridas

7 maio

Eu queria fazer esse post antes do show do FTSK aqui em São Paulo, mas a faculdade está tomando um tempo absurdo na minha vida (e de todas as meninas aqui do blog. por isso a escassez de posts haha acho que o blog volta a ficar mais agitado depois dea próxima quarta-feira). Como o show foi ontem (em plena quinta-feira), decidi escrever sobre minhas impressões do show e falar um pouco mais da banda (pra quem não conhece, assim como eu há pouco tempo atrás).
O Forever the Sickest Kids, banda criada em Dallas (Texas) começou a fazer sucesso meio que por acaso. Jonathan, o vocalista da banda, comprou acidentalmente um espaço de publicidade dentro de um site super acessado nos EUA (o PureVolume). Sem dinheiro para pagar o espaço e sem música para divulgar, ele os caras da banda (Austin Bello – baixo/vocais, Caleb Turman – guitarra/vocais, Marc Stewart – guitarra, Kent Garrison – teclados e Kyle Burns – bateria) se reuniram em dois dias para compor “Hey Brittany”. A partir daí, a divulgação começou e a música se tornou um sucesso na cena independente dos Estados Unidos.
O primeiro CD “Underdog Alma Mater” foi lançado em 2008 e já emplacou o single “Whoa Oh! (Me VS. Everyone)”, que recentemente foi regravado com a participação da cantora e atriz da Disney Selena Gomez. Vieram fazer shows no Brasil agora em 2010 para a divulgação do mais recente trabalho “The Weekend: Friday” (sim, vai ter sequência com “The Weekend: Saturday” e “The Weekend: Sunday”. Legal os nomes, né?
Indo pro assunto show, fui surpreendida! Até pouco tempo atrás (especificamente antes de saber que eu iria no show), eu conhecia apenas UMA música da banda: a “Whoa Oh! (Me VS. Everyone)”, e ainda a versão com a Selena Gomez. Mas sabe quando você gosta da música, mas não se interessa para baixar? Pois é! Mas no desespero de conhecer melhor o FTSK e cantar junto no show, baixei os dois CDs e tentei decorar as músicas em meses! E não é que eu gostei da coisa? O som da banda é bem pra cima, uma mistura de electro pop, power pop (a famosa fórmula das “bandas coloridas” de hoje), pop punk e elementos dos anos 80. É aquele pop rock pra dançar, pular e cantar junto. O show começou com “She Likes”, o novo single da banda (e uma das minhas músicas preferidas) e terminou com “Whoa Oh!” (a que eu mais sabia cantarhehe). Só senti falta de Hip Hop Chick (mega viciante). A energia da banda é ótima! O vocalista interagiu bastante com o público, e todas os fãs que estavam naquele Carioca Club fizeram um show inesquecível.


FTSK definitivamente entrou no meu iPod, e virou trilha sonora pra me animar. Só fico triste com o preconceito que se tem hoje em dia contra as chamadas “bandas coloridas”. Existe muita coisa ruim, sim. Mas esses caras são ótimos no que fazem, e muita gente deixa de escutar as músicas “power pop” por achar que é tudo igual ou que não passa de calças coloridas e modinha adolescente. Acho que não precisamos escutar músicas cultuadas pela mídia o tempo todo, certo?

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